Levantamento Fotográfico INESC Porto #4
Levantamento Fotográfico INESC Porto #4
Levantamento Fotográfico INESC Porto #3
Levantamento Fotográfico INESC Porto #2
Levantamento Fotográfico INESC Porto #1
Reporter: Are you a mod or a rocker?
Ringo Star: I’m a mocker. *
A WoodStop será a publicação digital (e-magazine) que faz a cobertura do evento An Anthem for Stop onde, partindo do sentimento de desconfiança generalizado em relação a movimentos de contracultura ou não-institucionalizados, o layout, títulos e chamadas de capa alarmistas denunciam um Woodstock no Stop. No entanto, o corpo de texto, reportagens, artigos e imagens ilustrativas correspondentes serão, de facto, a cobertura do evento tal como aconteceu.
No presente ano, comemoram-se os 40 anos do festival Woodstock, mas ao contrário do que aconteceu na celebração do seu trigésimo aniversário em 1999, não foi realizada uma reedição do festival à escala do original. Em Outubro de 1999, a edição da revista de música norte-americana Spin fazia a cobertura do Woodstock 99: a capa e a manchete eram dedicadas ao músico Kid Rock, cabendo ao festival apenas uma (e a única) chamada de capa :
SPECIAL REPORT
WOODSTOCK ‘99
HOW THREE DAYS OF MUSIC ERUPTED INTO FIRE, RAPE AND RIOT

No interior da revista, a reportagem tinha como título DON’T DRINK THE BROWN WATER, frase que o staff do festival repetiu ininterruptamente ao longo dos três dias, dado que, à semelhança do que se passara em 1969, as condições de salubridade do recinto não eram as ideais.

Partindo deste paralelismo forçado entre o evento An Anthem for Stop e o festival Woodstock, pretende-se uma publicação de carácter humorístico/subversivo, cuja linha editorial resultará da associação entre mock news e yellow journalism, tendo como referências outras publicações, como o suplemento humorísto do jornal Público O Inimigo Público e o it - International Times.


Esta e-magazine tem como intento tornar-se não só num veículo de promoção e divulgação do Stop, mas também numa catalisadora de uma reflexão sobre a relação da cidade (dos seus habitantes) com os movimentos de contracultura ou não-institucionalizados, dos estereótipos que lhes estão associados e sobre o seu actual papel na sociedade: da sua afirmação (ou não) como fenómenos intencionalmente em rota de colisão com a cultura vigente; da sua possível assimiliação, normalização e mutação para bens culturais.
* A Hard Day’s Night, Richard Lester, 1964
International Times http://www.international-times.org.uk/
International Times Archive http://www.internationaltimes.it/
O Inimigo Público http://inimigo.publico.pt/
The Onion http://www.theonion.com/
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INESC PORTO * UNIDADE 2 * PROPOSTA: ESTRATÉGIA PROMOCIONAL 25º ANIVERSÁRIO DO INESC PORTO
Stop_ON
MEMÓRIA DESCRITIVA
“… nada se perde, tudo se transforma”.*
Mikhail Lomonosov, no ensaio a “Lei da Conservação das Massas”, em 1760.
O STOP começou por ser um salão de venda automóvel. Por volta dos anos 80, os proprietários decidiram transformá-lo num Centro Comercial: o Centro Comercial Stop. Este era conhecido pelas suas lojas invulgares, onde se encontravam coisas que não havia em mais lado nenhum.
Com o passar dos anos, o Centro Comercial começou a ficar deserto devido ao aparecimento próximo de grandes superfícies comerciais.
Fruto desta desertificação e consequente “abandono” das instalações, onde havia cada vez menos “inquilinos” (dos espaços comerciais) os outrora espaços de lojas foram sendo invadidos, alugados e usados como salas de ensaio. Deve ter sido passada a palavra, porque hoje em dia, alguns anos mais tarde, a maior parte dos espaços do CCSTOP estão ocupados por bandas/ grupos musicais.
O Centro Comercial STOP, é o local da Península Ibérica onde existe a maior concentração de músicos.
Neste espaço, coexistem bandas dos mais variados estilos musicais. Todas estas individualidades constituem um colectivo com uma determinada energia que, de certa forma, transformou este local e lhe conferiu uma identidade muito própria.
No entanto, o STOP está virado para si mesmo, encerrado nos seus corredores e montras semi-abandonadas que adivinham uma morte anunciada.
No sentido de contrariar todo este processo e de dinamizar este espaço criativo - atribuindo-lhe uma maior visibilidade e assegurando a sua existência - pensamos e conceptualizamos um Ciclo de Eventos, denominado Stop_On.
Sugerimos a realização de eventos de carácter criativo, que permitam uma multi-culturalidade e diversidade expressivo-narrativa, respeitando a inconvencionalidade e a identidade do CCSTOP.
O Stop_On seria um ciclo de eventos de periocidade a definir (mensal ou bimensal). Estes eventos seriam organizados e elaborados pormenorizadamente com os membros do próprio STOP, por risco de morrer antes de nascer, por não ser aceite pela comunidade do CCSTOP. Esta teria de ser uma abordagem cuidadosamente pensada de forma a evidenciar os aspectos positivos que poderiam advir do Ciclo de Eventos.
Cada edição do Stop_On seria marcada por um tema, a partir do qual seriam regidos o ciclo de cinema e as exposições. Haveriam também 2/3 concertos. A o método de selecção das bandas e dos trabalhos a expor ainda se encontra por definir.
Concretizamos a nossa proposta com a criação de um spot publicitário - partindo de duas promos - que divulga este evento. O spot principal é constituído pela junção de duas promos, sendo que cada uma delas pode ser utilizada individualmente. A primeira promo apresenta-se como uma mashup de excertos de diálogos de cinema e de séries de televisão (*1) onde consta a palavra Stop. Apesar de não ser feita nenhuma referência directa, esta pode ser utilizada material promocial ao prórpio CCStop. A segunda promo, de carácter informativo, tem como objectivo publicitar directamente o Ciclo de Eventos Stop_On e o site poststop.pt.
* “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, copiada mais tarde por Antoine Lavoisier que assumiu a sua autoria.
(*1)
Pulp Fiction, Quentin Tarantino, 1994;
Futurama - Insane in the Mainframe, Peter Avanzino, 3.ª Temporada - Episódio N.º11, 2001;
2001: A Space Odissey, Stanley Kubrick, 1968;
Veronica Mars - Silence Of The Lamb, John Kretchmer, 1.ªTemporada - Episódio N.º11, 2005;
The Shining, Stanley Kubrick, 1980;
Veronica Mars - Silence Of The Lamb, John Kretchmer, 1.ªTemporada - Episódio N.º11, 2005;
Monty Python and The Holy Grail, Terry Gilliam e Terry Jones, 1975;
Casablanca, Michael Curtiz, 1942;
Paris Je T’Aime - Segmento Tuileries, Joel e Ethan Cohen, 2006;
Casablanca, Michael Curtiz, 1942;
And Now for Something Completely Different (Monty Python’s Flying Circus), Ian MacNaughton, 1971;
Closer, Mike Nichols, 2004;
Pulp Fiction, Quentin Tarantino, 1994.
Projecto realizado por:
Maria Monteiro . Paula Gaspar . Sónia Magalhães
Promo Stop_On #1
Promo Stop_ON #2


Chris Riley discorre sobre o tema “Consumismo Sustentável”, partindo de dois elementos fundamentais na sua definição de marca:
1.Marca como Ideia de Negócio;
2. Influência Cultural (alcançada pela marca).

Sobre a marca como ideia de negócio, Chris Riley refere como o capitalismo desenfreado levou a que as empresas adoptassem modelos de negócio que as desligaram/desconectaram do seu papel cultural e social, ou seja, dos consumidores como indivíduos. O modelo de negócio - ao qual a marca, como ideia de negócio, está subordinada - é a forma como uma empresa gera riqueza, baseando-se no príncipio de ROI (Return On investement). Perante uma proposta para a criação de um negócio, os investidores colocam apenas duas questões : trata-se um bom modelo de negócio que vai gerar retorno do meu investimento? É esta a pessoa ideal para o gerir por mim?

O capitalismo e, por extensão, os modelos de negócio transformam tudo em mercadoria comerciaizável, até mesmo as relações. Por exemplo, a AOL existe pelas relações criadas através do seus serviços de IM que são exploradas para criar riqueza.
No entanto, com o aproximar do Século XXI, os avanços vertiginosos na área das tecnologias de informação geraram alterações profundas na economia e, consequentemente, no mundo do marketing e das marcas. A tecnologia de informação estimulou a cultura do conhecimento: como se todo o conhecimento estivesse disponível e todos o quisessem adquirir. Com esta facilidade de acesso a todo o tipo de informação, as pessoa sentem-se espertas e informadas. E de facto estão, o que leva a que, não só os modelos de negócio focados somente na maximização de lucros, assim como a marca como ideia de negócio se encontrem obsoletos. Como o caso da Chevrolet, cuja estratégia de branding remonta aos ideiais dos anos 70: poder, dominância, associação ao universo masculino, entre outros.



Assim, chegamos à conclusão de que o nível de ligação das empresas com o seu público-alvo/consumidores - criando relações sólidas, evolutivas ou que acabam por se dissipar - depende mais da sua capacidade de criar relações do que de criar poderosos modelos de negócio.
As marcas estão subordinadas à ideia de negócio, no entanto, com a alteração dos paradigmas económicos, sociais e culturais potenciados pelas novas tecnologias de informação, torna-se necessário tentar perceber o que elas simbolizavam e qual o elo de ligação destas com as pessoas.

É a questão levantada pelos consumidores à qual a marca deve responder. As marcas já não podem atribuir benefícios fictícios aos seus produtos, nem partir do princípio que os seus consumidores estão danificados e que precisam de reparação.


O consumidor, como indivíduo, já não precisa de produtos que simbolizem poder: as pessoas já têm poder. Ou seja, qualquer estratégia de branding do passado aplicada no futuro irá falhar.

As pessoas têm agora consicência de que tudo o que fazem, têm um efeito algures no planeta. Os valores que os consumidores querem ver associados a uma marca estão directamente relacionados com a sua nova foma de olhar o mundo: um olhar mais responsável, estando as questões ambientais e humanitárias no topo da sua lista de interesses.

Todos nós continuamos a consumir, e a publicidade continuar a criar desejo, a “falta de”. Assim, Riley propõe o redireccionamento do foco do desejo para algo que seja de facto possível de saciar: para o autor, esta é a essência do novo consumismo.


A preocupação em estabelecer um elo afectivo com o consumidor como indíviduo, alcançando-o pela partilha de princípios, preocupações de nível social, cultural, económico e ambiental existe actualmente, mas nem sempre de uma forma genuína: talvez se tenha transformado em mais uma estratégia de branding, quer pela assimilação e fomentação de fenómenos culturais emergentes ou até mesmo de contra-culturas, associando-lhes a sua imagem.



ENQUADRAMENTO
Crítica/reflexão sobre a relação da cidade (dos seus habitantes) com os movimentos de contracultura ou não-institucionalizados.
Partindo de um paralelismo forçado entre o evento An Anthem for Stop e o festival Woodstock, pretende-se criar uma publicação de carácter humorístico/subversivo.
No presente ano, comemoram-se os 40 anos do festival Woodstock, mas ao contrário do que aconteceu na celebração do seu trigésimo aniversário em 1999, não foi realizada uma reedição do festival à escala do original. Em Outubro de 1999, a edição da revista de música norte-americana Spin fazia a cobertura do Woodstock 99: a capa e a manchete eram dedicadas ao músico Kid Rock, cabendo ao festival apenas uma (e a única) chamada de capa :
SPECIAL REPORT
WOODSTOCK ‘99
HOW THREE DAYS OF MUSIC ERUPTED INTO FIRE, RAPE AND RIOT

No interior da revista, a reportagem tinha como título DON’T DRINK THE BROWN WATER, frase que o staff do festival repetiu ininterruptamente ao longo dos três dias, dado que, à semelhança do que se passara em 1969, as condições de salubridade do recinto não eram as ideais.

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OBJECTIVOS
1. Promoção/Divulgação do Stop;
2. Crítica aos estereótipos associados aos movimentos de contracultura ou não-institucionalizados;
3. Catalisador de uma reflexão sobre o actual papel dos movimentos de contracultura ou não-institucionalizados na sociedade; da sua afirmação (ou não) como fenómenos intencionalmente em rota de colisão com a cultura vigente; da sua possível assimiliação, normalização e mutação para bens culturais.
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CONTEÚDOS
A WoodStop será a publicação que faz a cobertura do evento An Anthem for Stop onde, partindo do sentimento de desconfiança generalizado em relação a movimentos de contracultura ou não-institucionalizados, o layout, títulos e chamadas de capa alarmistas denunciam um Woodstock no Stop. No entanto, o corpo de texto, reportagens, artigos e imagens ilustrativas correspondentes serão, de facto, a cobertura do evento tal como aconteceu.
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CONCRETIZAÇÃO
e-magazine
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COMENTÁRIO
A ideia contribui para o desenvolvimento do trabalho artístico que é feito no Stop. Poderá vir a servir como suporte de divulgação para outros eventos a realizar no futuro. O facto de ser uma publicação electrónica torna a Woodstop mais próxima do público, promovendo a reflexão sobre os acontecimentos que ocorrem no Stop. Paula Barreira
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LINKS
Joana Sobral http://joanasobralmdi.posterous.com/dv-projecto-1-novembro-e-dezembro-09
Bárbara Gomes http://barbaramdi.wordpress.com/2009/11/30/documentario-cc-stop/
http://barbaramdi.wordpress.com/2009/11/30/esquema-cc-stop-imagem/
Paula Barreira http://digital-stuffs.blogspot.com/2009/12/ciclo-de-concertos-esquema-stop.html
Nuno Malheiro http://nunomdi.blogspot.com/2009/11/o-meu-esquema-e-minha-ideia-para-o-stop.html
Maria Monteiro http://mindmashup.posterous.com/take-two-stop-non-stop
http://mindmashup.posterous.com/preview-353
Mafalda Maia http://fusillifunk.blogspot.com/2009/12/dispositivos-visuais-exercicio-stop.html
http://fusillifunk.blogspot.com/2009/12/dispositivos-visuais-mapa-stop.html
http://fusillifunk.blogspot.com/2009/12/dispositivos-visuais-mapa-stop-sem-mapa.html
Paula Gaspar http://paulagasparmdi.posterous.com/stopon
http://paulagasparmdi.posterous.com/desorganizacao
Mafalda Nobre http://mafaldanobremdi.blogspot.com/2009/12/identidades-visuais-para-uma-unidade.html
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Andrea Augusto http://andreamdi0911.blogspot.com/2009/12/centro-comercial-stop-layer.html
Inês Rangel http://mdines.posterous.com/2oesquemastop
Helena Castro http://hcmdi0911.wordpress.com/2009/12/04/dv_esquema-2/
Sérgio Cameira http://snmcmdi09.wordpress.com/2009/12/04/dv-esquema/
Raquel Pinho http://talheresdideias.wordpress.com/2009/12/06/stopplay/
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Janaína Teles http://janainatelesbarbosa.blogspot.com/2009/12/projeto-da-disciplina-dispositivos_06.html
Telma Machado http://telmamachado.blogspot.com/2009/12/contrastes-stop.html
http://telmamachado.blogspot.com/2009/12/um-esquema-para-o-stop.html
Leila Barreto http://agendacheia.blogspot.com/2009/12/stop.html